Avaliamos a acessibilidade do seu negócio

Responda ás necessidades de 1,2 milhões de clientes potenciais

Número de pessoas com deficiência em todo o mundo

Avaliações de acessibilidade

Uma avaliação de acessibilidade arquitectónica: procura avaliar, se num determinado momento, uma ou mais normas de acessibilidade arquitectónica estão a ser cumpridas.

Avaliações de acessibilidade arquitectónica em cumprimento das seguintes normas:

  • Decreto-Lei – 163/2006 (alterado pelo D.L n.º 125/2017); Para situações específicas utilizamos outras normas internacionais de referência como:

O Americans Disabilities Act (ADA), está anexado ao ADA Standards For Accessible Design, (28CFR Part 36, revisto a 1 de Julho De 1994); 
A ISO 21542:2011- building construction — accessibility and usability of the built environment; 
Accessible Tourism – ISO/TC -228/WG14, ou outras sempre e quando se justifique.

Avaliação de acessibilidade web e digital verificamos a conformidade com as normas internacionais WCAG 2.0. e 2.1( new Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) version 2.1.). Esta nova versão foi lançada em 5 de junho de 2018. 

Avaliação da acessibilidade comunicacional  é uma avaliação que procura avaliar se: um site aplicação, aplicação móvel, software, etc.; os conteúdos e documento digital cumprem os padrões internacionais de acessibilidade.

Para avaliação da acessibilidade comunicacional utilizamos como referencial as: Directrizes 508 e  as WCAG 2.0.

As avaliações são realizadas pelos nossos consultores especializados em acessibilidade e por pessoas com deficiência.

Nas avaliações, verificamos  o estado actual, identificamos lacunas e problemas e ajudamos a definir um “road-map” para a acessibilidade. Prestamos apoio para que estabeleça um programa de acessibilidade maduro e com benefícios comerciais para a sua empresa e marca.

As avaliações incluem também:

  • Resumo executivo – incluindo uma lista dos problemas detectados, juntamente com uma priorização da gravidade e impacto dos problemas de acessibilidade encontrados;
    Estimativa – do nível de esforço necessário para a correcção;
  • Lista de elementos – que não atendem as directrizes do D.L.163/2006 (alterado pelo D.L. n.º 125/2017), da Secção 508, e WCAG 2.0 e 2.1;
  • Recomendações – para corrigir os problemas e melhorar a acessibilidade;
    A abordagem colaborativa que fazemos garante que aprende o máximo com a nossa experiência.
  • Formação – A partilha de conhecimento é o núcleo do que fazemos.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               Se pretende certificara a sua empresa em acessibilidade arquitectónica e/ou digital visite a página: certificações de acessibilidade 

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Avaliação da acessibilidade arquitectónica

Com o objectivo de fazer cumprir a lei portuguesa de acessibilidade – decreto-lei 163, de Agosto de 2006 (alterado pelo D.L n.º 125/2017), fazemos diagnósticos e análises técnicas de acessibilidade a todos: os espaços públicos, equipamentos colectivos, edifícios públicos e habitacionais abrangidos.

Estes decreto-leis são de cumprimento obrigatório para edifícios públicos, e edifícios privados de utilização pública. O prazo para adaptação destes edifícios terminou a 8 de Fevereiro de 2017, o seu incumprimento pode resultar em processos judiciais e multas.

O diploma aplica-se a instalações e respectivos espaços circundantes da: administração pública central, regional e local, bem como aos institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos. bem como a edifícios, estabelecimentos e equipamentos de utilização pública e via pública como:

1) Passeios e outros percursos pedonais pavimentados;

2) Espaços de estacionamento marginal à via pública ou em parques de estacionamento público;

3) Equipamentos sociais de apoio a pessoas idosas e ou com deficiência, designadamente lares, residências, centros de dia, centros de convívio, centros de emprego protegido, centros de actividades ocupacionais e outros equipamentos equivalentes;

4) Centros de saúde, centros de enfermagem, centros de diagnóstico, hospitais, maternidades, clínicas, postos médicos em geral, centros de reabilitação, consultórios médicos, farmácias e estâncias termais;

5) Estabelecimentos de educação pré-escolar e de ensino básico, secundário e superior, centros de formação, residenciais e cantinas;

6) Estações ferroviárias e de metropolitano, centrais de camionagem, gares marítimas e fluviais, arrogares de aeroportos e aeródromos, paragens dos transportes colectivos na via pública, postos de abastecimento de combustível e áreas de serviço;

7) Passagens de peões desniveladas, aéreas ou subterrâneas, para travessia de vias férreas, vias rápidas e auto-estradas;

8) Estações de correios, estabelecimentos de telecomunicações, bancos e respectivas caixas multibanco, companhias de seguros e estabelecimentos similares;

9) Parques de estacionamento de veículos automóveis;

10) Instalações sanitárias de acesso público;

11) Igrejas e outros edifícios destinados ao exercício de cultos religiosos;

12) Museus, teatros, cinemas, salas de congressos e conferências e bibliotecas públicas, bem como outros edifícios ou instalações destinados a actividades recreativas e sócio-culturais;

13) Estabelecimentos prisionais e de reinserção social;

14) Instalações desportivas, designadamente estádios, campos de jogos e pistas de atletismo, pavilhões e salas de desporto, piscinas e centros de condição física, incluindo ginásios e clubes de saúde;

15) Espaços de recreio e lazer, nomeadamente parques infantis, parques de diversões, jardins, praias e discotecas;

16) Estabelecimentos comerciais como hipermercados, grandes superfícies, supermercados e centros comerciais;

17) Estabelecimentos hoteleiros, meios complementares de alojamento turístico;

18) Edifícios e centros de escritórios;

19) Edifícios habitacionais.

Avaliamos a acessibilidade arquitectónica de acordo com as melhores prática internacionais:

O Americans Disabilities Act (ADA), está anexado ao ADA Standards for Accessible Design, (28CFR Part 36, revisto a 1 de Julho de 1994);
A ISO 21542:2011- building construction — accessibility and usability of the built environment. 
A ISO/TC 228/WG14 – Accessible Tourism. 

Vantagens da acessibilidade atquitectónica

Cumprimento da lei

Minimizar o risco do negócio;

Visibilidade e reputação

Aumentar a visibilidade e reputação da sua marca/empresa;

Novos mercados e clientes

Captar novos mercados e clientes;

Mais e melhor usabilidade

Mais usabilidade retém clientes;

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Avaliação da acessibilidade web e digital

A acessibilidade na comunicação web e digital significa que todas as pessoas, mesmo as que apresentam alguma deficiência ou incapacidade funcional, devem ter acesso à informação web e digital de forma autónoma.

Executamos avaliações técnicas de acessibilidade a website, aplicativo, e aplicativo móvel. Para serem considerados acessíveis, estes, devem cumprir as directrizes de acessibilidade elaboradas pelo Consórcio Internacional W3C, cumprindo para isso uma série de regras / requisitos. As regras incidem sobre diversas áreas como o design, estrutura de um site, imagens, links, scripts e conteúdo dinâmico, áudio e vídeo, etc.

O World Wide Web Consortium (W3C) estabelece os principais padrões internacionais para a World Wide Web e sua acessibilidade. O consortium W3C criou as Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG 2.0 que são semelhantes à Secção 508. As WCAG 2.0 requerem técnicas específicas de conformidade e são mais actuais do que a Secção 508. A secção 508 foi recentemente actualizada para corresponder aos padrões WCAG 2.0. As WCAG 2.0 são formalmente reconhecido pela Organização Internacional de Padronização (ISO) como um Padrão ISO 40500.

Em 5 de Junho de 18 a W3C lançou as WCAG directrizes de acessibilidade 2.1.

Muitos países e organizações internacionais exigem o cumprimento das WCAG 2.0. As directrizes são categorizadas em três níveis de conformidade: A (deve suportar), AA (deve suportar) e AAA (pode suportar). Representantes da comunidade de especialistas em acessibilidade em todo o mundo participam da elaboração e evolução dessas directrizes.

A Norma Europeia EN 301549. também incorpora as WCAG 2.0. A 3 de Maio de 2016, a Comissão Europeia apresentou uma proposta de lei que torna a acessibilidade obrigatória em todos os sites governamentais dos Estados-membro. Estamos a falar de páginas de Internet de organismos públicos, desde serviços administrativos a judiciais, passando por universidades, hospitais e bibliotecas e em breve será ainda mais abrangente, incluindo também o sector privado.

Em Portugal foi publicado em Diário da Republica o Decreto-lei n.º 83/2018, de 19 de outubro, o qual define os requisitos de acessibilidade dos sítios web e das aplicações móveis de organismos públicos, transpondo a Diretiva (UE) 2016/2102.

O presente decreto-lei aplica-se às seguintes entidades:

  • Estado;
  • Regiões Autónomas;
  • Autarquias locais;
  • Institutos públicos;
  • Entidades administrativas independentes;
  • Fundações públicas;
  • Associações públicas;
  • Entidades do setor público empresarial;
  • Organizações Não Governamentais que prestam serviços essenciais ao público ou que prestam serviços que visam especificamente responder às necessidades das pessoas com deficiência ou que lhes são diretamente dirigidos;
  • Instituições de ensino superior, estabelecimentos de educação pré-escolar e de educação escolar, públicos e privados com financiamento público, no que se refere ao conteúdo relativo a funções administrativas essenciais por via eletrónica;
  • Organismos de direito público, tal como definidos nas alíneas a) e b) do n.º 2 do artigo 2.º do Código dos Contratos Públicos;
  • Associações de que façam parte uma ou várias entidades referidas nas alíneas anteriores, se essas associações forem criadas para o fim específico de satisfazer necessidades de interesse geral, sem caráter industrial ou comercial.                                                                                                                                                                                                                                              Esta Directiva visa aproximar as disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-Membros da União Europeia relacionadas com os requisitos de acessibilidade dos sítios web e das aplicações móveis dos organismos do setor público, garantindo que os referidos sítios web e aplicações móveis se tornam mais acessíveis para os utilizadores, em particular para as pessoas com deficiência, e esbatendo as barreiras ao exercício das atividades de conceção e desenvolvimento de sítios web e de aplicações móveis no mercado interno.

Quais as 

Vantagens da acessibilidade web e digital

Brand Awareness

A visibilidade e reconhecimento da sua marca, junto de potenciais clientes;

O SEO do seu site

O ranking do seu site nos motores de busca;

A comunicação da sua marca

A comunicação com os clientes e com os stakeholders;

Maior usabilidade

A usabilidade e satisfação do cliente; Resolvem incompatibilidades entre os serviços ou produtos e os dispositivos de consulta.

Inovação tecnológica

Aproveitam a tecnologia mais recente para responder às necessidades de desenvolvimento tecnológico do seu negócio;

Menos riscos

Minimizam o risco do negócio;

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Avaliação da acessibilidade dos conteúdos digitais e impressos

Avaliamos também a acessibilidade dos conteúdos/ documentos digitais e impressos segundo os standards internacionais que estão definidos na secção 508, e nas Web Content Accessibility Guidelines WCAG 2.0.e 2.1.  

A Rehabilitation Act - regula as questões da acessibilidade nos EUA - Secção 508

Em 1998, a Lei de Reabilitação os EUA ganhou força quando o Congresso passou uma emenda que obriga as agências federais a tornassem a sua tecnologia da informação acessível para as pessoas com deficiência. Nos termos do artigo 508, as agências federais dos EUA são obrigadas a fornecer aos trabalhadores com deficiência, bem como ao público informação acessível, comparável à que está disponível para pessoas sem deficiência, a menos que isso produz uma sobrecarga para o organismo. A Secção 508 aplica-se especificamente aos produtos electrónicos e de tecnologia da informação desenvolvida, adquiridos, mantidos ou utilizados por uma agência federal.

A secção 508

A secção 508 é uma emenda ao Rehabilitation Act de 1973 dos EUA, que se aplica a documentos publicados on-line, incluindo, mas não limitado a, arquivos Adobe PDF, documentos Microsoft Word, apresentações do Microsoft PowerPoint, Paginas Web que devem ser compatíveis com leitores de écran.
O software de leitor de écrans é uma tecnologia de assistência que lê, o conteúdo do site ou aplicativo, em voz alta para o utilizador. Pode ser especialmente útil para pessoas com deficiências visuais ou motoras profunda.
Os documentos impressos também devem cumprir normas de acessibilidade para que possam ser lidos e compreendidos mais facilmente por deficientes e não deficientes.

Apesar das leis e regulamentos, nacionais e internacionais, enfatizarem a importância de implementar as normas de acessibilidade para as pessoas com deficiência, é cada vez mais, reconhecida a importância de as implementar também para as pessoas que: em fusão da idade avançada, de condições temporárias ou de situação momentâneas precisam de acessibilidade. Pois estas, permitem que a utilização e acesso ao mundo digital se faça em igualdade de circunstâncias e com maior facilidade.

Para obter uma certificações em acessibilidade web e digital ou documental visite a página: Certificações da Acessibilidade.

Visite também a página sobre Acessibilidade Comunicacional.

Para instalações de uso específico, produtos e serviços, utilizamos outras normas como referência. Para saber mais, contacte-nos. 

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